Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

O impacto de órteses de membros superiores nas atividades cotidianas de pessoas idosas: uma revisão narrativa

Ana Beatriz Cesnik CARDOSO, Isabella de Miranda CARDOSO, Camila Aparecida Angeleli FLORENCIO, Giovanna Markovic RODRIGUES, Andréa Candido dos REIS, Silvia Helena de Carvalho Sales PERES, Fernanda Lopez ROSELL, Lígia Antunes Pereira PINELLI

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Resumo

Introdução: Com o envelhecimento populacional, o número de idosos com limitações funcionais devido a doenças crônicas tem aumentado. As órteses são dispositivos que reposicionam articulações e reabilitam movimentos, o que aumenta a independência do indivíduo. Objetivo: Revisar a literatura a fim de compilar dados sobre o uso de órteses de membros superiores e seu impacto nas atividades de vida diária (AVD) de pessoas idosas. Método: Foram consultadas as bases de dados PubMed, Cochrane Library, Portal de periódicos CAPES e Scopus, sem limite de data, com palavras pertencentes ao Medical Subject Headings baseadas na intervenção (órtese), população (idoso) e mensuração de resultados (força de pegada e AVD). O desfecho foi avaliar o impacto de órteses na funcionalidade de pessoas idosas pela mensuração da destreza e força de preensão manual dos participantes. Os resultados da busca foram inseridos no software Rayyan. Foram adotados como critérios de exclusão relatos de casos, dissertações e teses, uso de órteses por motivos neurológicos, pós-cirúrgico, pós-trauma, pessoas abaixo de 18 anos, artigos sem acesso aberto ou não disponíveis em inglês. Resultado: Foram obtidos 46 artigos, 7 foram excluídos por serem duplicados e 34 baseados nos critérios de exclusão. Ficaram para leitura completa 5 estudos. Um estudo empregou órteses de uso noturno ou diurno, e reportou resultados positivos da mão direita para abdução do polegar, pegada com olhos fechados e preensão trípode. Ao comparar bandagem funcional e órtese de punho estática, ambas foram eficazes na melhoria da força de preensão e pinça de três pontos. O uso de talas também demonstrou incremento no movimento de pinça trípode. Uma órtese robótica de extensão dos dedos promoveu ganho significativo na força de preensão. Em pacientes com osteoartrite nas mãos, o uso de órteses de punho resultou em melhora funcional e alívio da sintomatologia dolorosa. Conclusão: Conclui-se que o uso de órteses pode impactar positivamente na capacidade de idosos realizarem as AVD de forma independente.

Palavras-chave

Atividade cotidiana; órtese; idoso
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