Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Reconstrução de assoalho orbitário em paciente pediátrico utilizando material de osteossíntese reabsorvível

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Introdução: O trauma craniano em pacientes pediátricos é um desafio para os responsáveis por reabilitá-los, devido às particularidades das estruturas em desenvolvimento e as zonas de crescimento desta população. As crianças possuem menor quantidade de minerais e maiores quantidades de fibras colágenas, dando maior elasticidade óssea. A maior proporção dos traumas em infantes é por acidentes automobilísticos, considerando que 15% das fraturas são em face. A elasticidade óssea varia dependendo da fase de crescimento destes pacientes, a grande capacidade osteogênica favorece o tratamento das fraturas. Materiais de osteossíntese reabsorvíveis são aliados para estes tratamentos, pois apresentam menor morbidade ao paciente quando comparado as convencionais de titânio, onde não é necessário um segundo ato cirúrgico para removê-las. Objetivo: Relatar o caso clínico de uma paciente pediátrica que sofreu trauma de face e foi reabilitada com materiais de osteossíntese reabsorvíveis. Conduta Clínica: Paciente de 8 anos de idade, atendida pelo Serviço de CTBMF da FOAr- UNESP, após acidente automobilístico evoluindo com trauma de face e fratura da órbita direita. No atendimento ao paciente, apresentava edema e equimose em região periorbital, globo ocular ocluído por edema, movimentos oculares livres, nega diplopia e ausência de distopia. O tratamento cirúrgico foi instituído para a reconstrução do assoalho orbital, empregando o sistema de malha reabsorvível. Resultado: A paciente está em acompanhamento pós-operatório de 10 meses em bom estado geral, sem queixas álgicas ou visuais. Tem preservação dos movimentos oculares, ausência de diplopia, distopia ou enoftalmia. Conclusão: Para o sucesso do tratamento cirúrgico, deve-se realizar o diagnóstico e um planejamento individualizado. Desta forma, o profissional conduz a intervenção cirúrgica com maior previsibilidade e sem complicações pós-operatórias.

Cirurgia geral; fraturas ósseas; emergências.
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