Extração de terceiro molar (dente 48) em posição horizontal. Relato de caso
Ana Eduarda JOIA, Maria Beatriz GONÇALVES, Gabriela Galvanin Alves SOUSA, Luiz Antônio Borelli BARROS, Bruno Gomes DUARTE, Leandro SCOMPARIN, Luiz Antônio Borelli BARROS FILHO
Resumo
Introdução: Os terceiros molares são comprovadamente os dentes mais comuns de se apresentarem semi-inclusos e impactados, ou seja, que chegado o momento correto, ele não teve força eruptiva, seja por falta de espaço na ar cada dentária, obstáculos gengivais ou patologias, por exemplo. Diante de um caso de terceiro molar horizontal, deve ser realizada uma anamnese cuidado sa, exame clínico criterioso e fazer uso de exames de imagem como panorâmi cas e em alguns casos tomografias computadorizadas para avaliar a indicação ou não de uma exodontia. Tomando a decisão de realizar a exodontia de um terceiro molar horizontal, um planejamento detalhado deve ser feito por se tra tar de um procedimento mais invasivo que faz uso de osteotomia e odontossec ção, além da proximidade desse elemento dentário com estruturas nobres, co mo onervo alveolar inferior. Objetivo: Esse trabalho tem por objetivo relatar um caso clínico de exodontia de terceiro molar em posição horizontal. Conduta clínica: Paciente do sexo masculino, 19 anos, apresentava dente 48 em posição horizontal segundo a classificação de Winter. Após detalhada anamnese e não apresentar alteração sistêmica, foi medicado com Decadron 4mg. Iniciamos o procedimento com o bloqueio dos nervos bucal, lingual e al veolar inferior. Realizamos a incisão posterior sobre o rebordo alveolar associ ada uma relaxante, sendo um retalho de espessura total realizado. Com uma broca 702 Hl, executamos a osteotomia pela face vestibular e levemente na distal. A odontossecção realizada com a mesma broca, separando a porção coronária da radicular, finalizada com extratores. Após a remoção da coroa clínica, conseguimos espaço para luxarmos as raízes, sem necessidade da secção radicular. Resultado: Realizamos os cuidados pós exodônticos e a manutenção do coágulo, sendo o procedimento finalizado com sutura em nylon. Conclusão: Concluímos que o planejamento pré operatório é fundamental, associado a correta execução cirúrgica e aptidão do cirurgião. O TCLE foi de vidamente assinado.
