Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Resumo de Congresso

Critérios de indicação para protração maxilar com máscara facial versus protração maxilar ancorada em mini-implantes

Tany Carvalho Moreira da VEIGA, Enzo Bottger Gregori OCKÉ, Ana Claudia de Castro Ferreira CONTI, Silvio Augusto Bellini PEREIRA, Camila MASSARO, Daniela GARIB, Felicia MIRANDA

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Resumo

Introdução: A má oclusão de classe III ocorre quando a cúspide mesiovestibular do 1º molar superior está distal ao sulco correspondente do 1º molar inferior em oclusão. O tratamento geralmente envolve protração maxilar com aparelhos específicos conforme a indicação. Objetivo: Este trabalho objetiva apresentar dois casos clínicos de má oclusão de Classe III esquelética tratados por meio da protração maxilar com máscara facial e protração maxilar ancorada em miniimplantes. Conduta clínica: Paciente A, sexo masculino, 6 anos de idade, compareceu à clínica de Ortodontia acompanhado pela responsável legal com queixa principal de mordida cruzada anterior. No exame extrabucal, observou-se Padrão III, perfil facial côncavo, projeção malar discreta e linha mento-pescoço alongada. Intraoralmente, apresentou má oclusão de Classe III, mordida cruzada anterior e posterior e se encontrava no 1º período transitório da dentadura mista. A conduta incluiu a expansão rápida da maxila associada à máscara facial de Petit com uso em período integral até a sobrecorreção do trespasse horizontal. Paciente B, sexo feminino, 11 anos de idade, compareceu à clínica de Ortodontia com queixa principal de apinhamento superior. No exame clínico, notouse má oclusão Classe III, mordida cruzada posterior, relação de topo anterior e apinhamento dos incisivos centrais superiores, estando no 2º período transitório da dentadura mista. O tratamento consistiu na expansão rápida da maxila com aparelho Hyrax Híbrido ancorado em dois miniimplantes palatinos e protração maxilar com elásticos Classe III ancorados em dois mini-implantes inferiores na distal dos caninos permanentes. O uso dos elásticos foi orientado em período integral até a sobrecorreção do trespasse horizontal. Resultado: Em ambos os casos, observou-se uma melhora favorável no perfil facial, correção da mordida cruzada posterior e trespasses horizontal e vertical positivos. Conclusão: Conclui-se que, ambas abordagens, se indicadas na época ideal, proporcionam resultados ortopédicos favoráveis na correção da má oclusão de Classe III esquelética.

Palavras-chave

Ortodontia; terapêutica; má oclusão
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