Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Efeitos dentários e esqueléticos com o aparelho Herbst: relato de caso

Aline Bragantini Faustino da SILVA, Pedro Henrique José de OLIVEIRA, Claudia TOYAMA, Melchiades Alves de OLIVEIRA JUNIOR, Luiz Gonzaga GANDINI JUNIOR, Carolina Carmo de MENEZES, Jonas BIANCHI

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Resumo

Introdução: O propósito deste estudo foi determinar por meio de uma análise comparativa os efeitos dentários e esqueléticos promovidos através de terapia com o aparelho Herbst, propulsor mandibular fixo, em paciente hipodivergente e hiperdivergente. Para tanto, foram selecionados dois pacientes adolescentes em dentadura permanente (um do sexo masculino e outro do sexo feminino, ambos com 14 anos de idade) diagnosticados com má oclusão de Classe II divisão I de Angle, submetidos ao tratamento com o propulsor mandibular Herbst. Os pacientes estão de acordo com a pesquisa e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Objetivo: Avaliar os efeitos do tratamento com aparelho Herbst observados em um paciente hipodivergente e um hiperdivergente, distinguindo as consequências clínicas após a terapia entre eles. Conduta clínica: Ambos os pacientes foram submetidos previamente a uma fase de tratamento ortodôntico com o objetivo de descompensar os incisivos inferiores para o tratamento com aparelho Herbst, que foi instalado posteriormente. Resultado: As mudanças foram verificadas por meio da análise de medidas cefalométricas antes e depois do uso do dispositivo. O paciente hipodivergente obteve efeitos esqueléticos com aumento de comprimento da mandíbula e distalização dos dentes da maxila. Já o paciente hiperdivergente apresentou maiores efeitos dentoalveolares, tais como: distalização dos molares superiores e vestibularização dos incisivos inferiores. Conclusão: Este estudo observou que há diferença no resultado do tratamento de classe II com aparelho de Herbst para pacientes hipo e hiperdivergentes. Sendo que para a paciente hipodivergente, observou-se maiores efeitos esqueléticos com pouco efeito dentário. Já para o paciente hiperdivergente, observou-se maiores efeitos dentários e aumento da dimensão vertical por rotação horária mandibular.

Palavras-chave

Aparelhos ortodônticos funcionais; má oclusão Classe II de Angle; avanço mandibular
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