Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Resumo de Congresso

Assimetria facial e intrabucal: relato de caso

Heloisa Siviero CAPELOZA, Tatiana Giachini CAMARGO, Clara Valério CHUNG, Luiza GARCIAVIEIRA, Livia Maria Alves Valentim da SILVA, André Pinheiro de Magalhães BERTOZ, Fernanda VICIONI-MARQUES

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Resumo

Introdução: A falta de espaço no arco dentário, pode interferir na irrupção adequada dos dentes permanentes, além de contribuir para alterações oclusais e estéticas. A má oclusão do tipo mordida cruzada posterior pode levar a assimetria facial, sendo achados frequentemente associados a discrepâncias esqueléticas e dentoalveolares. Ferramentas digitais, como aplicativos de escaneamento facial, têm sido utilizadas como recurso complementar ao exame clínico tradicional, aumentando a sensibilidade na detecção de assimetrias. Objetivo: Relatar o diagnóstico e planejamento ortodôntico de uma paciente com apinhamento acentuado em ambos os arcos, mordida cruzada posterior e assimetria facial. Método: (CAAE: 82384624.6.0000.5420) Clinicamente, observou-se apinhamento acentuado em ambos os arcos, com desvio do trajeto eruptivo dos caninos superiores, mordida cruzada posterior unilateral e assimetria facial leve. Foi utilizada documentação ortodôntica convencional associada à análise por aplicativo de análise facial, o qual evidenciou desvio de linha média e assimetrias leves em região zigomática e mandibular. A integração dos dados reforçou a indicação de abordagem ortopédico-ortodôntica. Resultado: O tratamento foi iniciado com o aparelho expansor de Hyrax, para ganho de espaço da maxila e provável correção do trajeto eruptivo de caninos superiores, correção da mordida cruzada posterior. Dessa forma, a paciente terá correção de sua oclusão, não permitindo o agravamento do reflexo em sua assimetria facial, mantendo estabilidade pós tratamento. Conclusão: Este caso reforça a importância da combinação entre métodos tradicionais e ferramentas digitais no diagnóstico ortodôntico moderno, especialmente em pacientes com alterações estruturais múltiplas. O uso do expansor maxilar foi fundamental para promover ganho transversal, diluição do apinhamento e suporte à simetria facial, contribuindo para um planejamento mais preciso, funcional e estético.

Palavras-chave

Má oclusão; assimetria facial; técnica de expansão palatina
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