Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Impacto dos protocolos cirúrgicos na análise volumétrica por projeção paralela digital dos arcos dentários com fissura labiopalatina

Lara Leal ROCHA, Eloá Cristina Passucci AMBROSIO, Ana Beatriz Vieira da SILVEIRA, Yana Cosendey Toledo de MELLO-PEIXOTO, Cleide Felício Carvalho CARRARA, Simone SOARES, Maria Aparecida Andrade Moreira MACHADO, Thais Marchini OLIVEIRA

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Resumo

Introdução: Indivíduos com fissuras orais necessitam de uma equipe multidisciplinar para melhorar os aspectos funcionais, sociais e psicológicos de suas vidas, pois passaram por um longo tratamento envolvendo diferentes protocolos de reabilitação. Objetivo: Analisar o volume por projeção paralela digital dos arcos dentários de crianças com fissura labiopalatina submetidas a dois protocolos cirúrgicos reabilitadores. Método: CAAE: 77285417.0.0000.5417. Cento e vinte modelos dentários digitalizados foram divididos em, Grupo 1 (G1) – participantes submetidos a queiloplastia aos 3 meses de vida (técnida de Millard) e a palatoplastia em única etapa aos 12 meses (técnica de von Langenbeck); Grupo 2 (G2) – participantes submetidos a queiloplastia (técnica de Millard) e fechamento do palato duro (técnica de Hans Pichler) aos 3 meses de vida e fechamento do palato mole aos 12 meses (técnica de Sommerlad). Os arcos dentários foram avaliados em Tempo 1 (T1): antes das cirurgias plásticas primárias, Tempo 2 (T2): 1ª fase pós-cirúrgica e Tempo 3 (T3): 2ª fase pós-cirúrgico. A análise do volume por meio da projeção paralela digital foi mensurada por meio do software do sistema de estereofotogrametria. Testes estatísticos paramétricos e não-paramétricos foram utilizados (α=5%). Resultado: Não houve diferenças estatisticamente significativas na análise das confiabilidades intraexaminador (p=0,244) e interexaminador (p=0,311). As análises intragrupos indicaram que G1 apresentou aumento estatisticamente significante em T2 seguido de redução em T3 (p=0,003). G2 apresentou crescimento estatisticamente significativo do volume palatino entre T1 e T2 (p=0,001). Não houve diferença estatisticamente significante nas análises intergrupos e entre gêneros (p>0,05). Conclusão: O protocolo cirúrgico impactou o volume dos arcos dentários das crianças com fissura labiopalatina. A palatoplastia em duas etapas apresentou tendência de ser mais apropriado.

Palavras-chave

Imageamento tridimensional; fenda labial; fissura palatina
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