Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Hiperplasia fibrosa inflamatória como consequência da esfoliação dentária - relato de caso

Cristiano Gama da SILVA, Alberto Carlos Botazzo DELBEM, Leonardo Antônio de MORAIS, Lucas Fernando Oliveira Tomáz FERRARESSO, Vitória Bittencourt AGUIAR, Caio SAMPAIO, Juliano Pelim PESSAN, Thayse Yumi HOSIDA

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Resumo

Introdução: A hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI) é uma lesão benigna que se desenvolve como resposta do tecido conjuntivo a estímulos crônicos, como traumas ou irritações. O tratamento mais indicado é a eliminação do agente causador do trauma, seguida da remoção cirúrgica da lesão. Objetivo: Este estudo teve como objetivo relatar um caso de HFI em um paciente infantil. Conduta clínica: O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) foi assinado pelos responsáveis legais. Paciente do sexo feminino, 6 anos de idade, compareceu à Clínica de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Araçatuba - FOA/Unesp, queixando-se de uma lesão na região dos incisivos centrais superiores. Após anamnese e exame físico intraoral, foi constatado aumento tecidual nodular na região correspondente ao dente 61. A conduta clínica consistiu na exodontia do dente 61 para remover o fator irritante e na excisão cirúrgica da lesão. As etapas clínicas para o tratamento envolveram a anestesia tópica à base de benzocaína a 20%, anestesia infiltrativa com lidocaína 2% com vasoconstritor fenilefrina (1:100.000), biópsia excisional da lesão, realizada com lâmina de bisturi número 15. Para a extração do dente 61 foram realizadas as etapas de sindesmotomia, exodontia com auxílio do fórceps infantil número 1, manobra de Chompret, irrigação e sutura em X externa e simples com fio de seda 4.0 da região operada. O espécime foi encaminhado para análise histopatológica, a qual constatou o diagnóstico de HFI. Em proservação clínica de 7 dias e 1 ano, foi observada boa cicatrização e ausência de sinais de recidiva. Conclusão: Este caso enfatiza a importância do diagnóstico precoce e da diferenciação de lesões com características clínicas semelhantes, permitindo a escolha do tratamento adequado. Conclui-se que a remoção cirúrgica e a proservação clínica proporcionam bons resultados no tratamento da HFI em crianças.

Palavras-chave

Criança; doenças da boca; hiperplasia
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