Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Resumo de Congresso

Impacto da fissura labiopalatina nas proporções faciais: análise facial 3D

Vieira da SILVEIRA, Eloá Cristina Passucci AMBROSIO, Paula Karine JORGE, Cleide Felício Carvalho CARRARA, Maria Aparecida de Andrade Moreira MACHADO, Thais Marchini OLIVEIRA

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Resumo

Introdução: Pacientes com fissura lábiopalatina passam por um longo e complexo processo reabilitador desde o nascimento até a fase adulta, embora o protocole busque fornecer uma boa harmonia facial, a literatura comprova que o reparo do defeito anatomofuncional acarretam alterações sagitais e transversais no crescimento e desenvolvimento maxilofacial. Objetivo: O propósito deste estudo foi realizar uma análise transversal da antropometria da face de crianças com e sem fissura labiopalatina. Método: Foram selecionadas 70 crianças, de ambos os gêneros, com faixa etária entre 5 e 6 anos de idade. As crianças foram divididas em 2 grupos: Grupo 1 (G1) – crianças com fissura labiopalatina; e Grupo 2 (G2) – crianças sem fissuras labiopalatinas. A aquisição da imagem 3D da superfície facial foi realizada por meio do equipamento de estereofotogrametria. 19 pontos de referência anatômicos foram delimitados no participante para que 14 medidas lineares fossem quantificadas. Um examinador testado e calibrado avaliou as medidas lineares na imagem 3D por meio do software do sistema de estereofotogrametria. Resultado: Os resultados encontrados sugerem que as medidas do terço superior da face, a distância do exocanto até a comissura, o comprimento cutâneo labial superior, o comprimento entre o ponto subnasal e o pogônio e o comprimento do vermelhidão labial superior e inferior são significantemente maiores nas crianças sem a anomalia. Entretanto, a distância entre glabela e a ponta nasal, a glabela e o subnasal, a largura alar, largura da curvatura alar e a largura do filtro labial foram maiores no grupo com fissura labiopalatina. Conclusão: De acordo com os resultados encontrados neste estudo, conclui- se que crianças com fissura labiopalatina tratadas cirurgicamente, com idade entre 5 e 6 anos, apresentaram divergências na morfologia facial quando comparadas com crianças da mesma idade sem fissura labiopalatina.

Palavras-chave

enda labial; face; imageamento tridimensional
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