Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Comparação de duas técnicas cirúrgicas para instalação de implantes zigomáticos

Artur do Nascimento Barros SILVA, Juliana Nepomuceno RODRIGUES, François Isnaldo Dias CALDEIRA, Tauyra MATEUS, Marcelo Brito CONTE, Marcela de Almeida GONÇALVES, Ticiana Sidorenko de Oliveira CAPOTE, Lamis Meorin NOGUEIRA

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Resumo

Introdução: A reabilitação oral desempenha um papel essencial na restauração da mastigação, da estética do sorriso e da qualidade de vida de pacientes com perdas dentárias, sejam totais ou parciais. Nesse contexto, os implantes osseointegrados surgiram como uma solução eficaz para recuperar o suporte tecidual e garantir a estabilidade protética, reduzindo a reabsorção óssea e promovendo resultados duradouros. Os implantes zigomáticos são indicados especialmente para pacientes com atrofia severa da maxila, falhas em enxertos convencionais, ou perdas ósseas decorrentes de ressecções oncológicas e traumas significativos. Apesar de suas vantagens, os implantes zigomáticos envolvem riscos específicos. Entre as complicações mais frequentes estão a sinusite maxilar, a parestesia dos nervos infraorbitário e alveolar superior, perfurações de estruturas anatômicas próximas e falhas de osseointegração. Objetivo: comparar, através de uma revisão de literatura, a taxa de sobrevivência e as complicações associadas a duas técnicas cirúrgicas, a técnica original e a abordagem guiada pela anatomia do zigomático, para a colocação de implantes zigomáticos em pacientes com maxila severamente atrófica. Método: foi realizada uma busca dos descritores “zigomatic implants”, “complications” nas bases de dados PubMed e Web of Science. Foram considerados para o estudo os artigos de acesso grátis, dos últimos 10 anos e de língua inglesa e portuguesa. Resultado: Foram encontrados 45 artigos na base de dados PubMed e 67 na Web of Science. Após criteriosa análise dos s foram selecionados os artigos que se encaixavam ao assunto. Conclusão: Ambas as técnicas apresentaram altas taxas de sobrevivência, porém a técnica guiada pela anatomia do zigomático é uma opção mais segura e eficaz para pacientes com maxila atrófica, reduzindo riscos anatômicos e otimizando o tempo de tratamento.

Palavras-chave

Implantes dentários; maxila atrófica; reabilitação bucal
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Rev. odontol. UNESP

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