Revista de Odontologia da UNESP
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Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Análise da dor pós-operatória após a remoção de enxerto de tecido conjuntivo da mucosa palatal: esponja de colágeno versus L-PRF

Pedro Henrique Araujo Rodrigues CARNEIRO, Isabelle Lara GALVÃO, Pedro Manuel Ohara BARBOZA, Maria Luiza Hiromi Iwakura KASAI, Priscila Paganini COSTA, Fernanda Akemi Nakanishi ITO, Maria Beatriz Bergonse Pereira PEDRIALI

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Resumo

Introdução: A remoção do enxerto gengival produz uma ferida cirúrgica que pode influenciar significativamente a dor pós-operatória do paciente. A membrana de fibrina rica em plaquetas e leucócitos (L-PRF) mostra um bom potencial para melhorar a cicatrização e pode ser usada como proteção para a ferida palatina. Objetivo: O objetivo deste estudo foi comparar o uso de esponja de colágeno associada à resina flow (grupo controle) e de membrana de L-PRF (grupo teste) como proteção palatal após a remoção de enxerto gengival, avaliando a dor pós-operatória e o consumo de analgésicos. Metodologia: Onze pacientes selecionados para a remoção de enxerto gengival foram divididos em grupo controle (n=6) e o grupo teste (n=5). Após o procedimento, os pacientes preencheram um questionário diário com os níveis de dor, utilizando a escala visual analógica, durante os primeiros dez dias, e registraram o consumo de analgésicos por sete dias. Esses parâmetros foram correlacionados com a espessura do palato na região doadora e com o comprimento, espessura e largura do enxerto gengival removido. Resultado: Nesta amostra, os níveis de dor e o consumo de analgésicos não foram influenciados pelos fatores analisados (p>0,05). Também não houve diferenças significativas no consumo de analgésicos ao longo dos sete dias entre os grupos, nem na percepção da dor, embora os níveis de dor terem sido menores principalmente nos primeiros cinco dias no grupo teste (D1=0,80; D2=0,20; D3=0,20; D4=0,20 e D5=0,20). Conclusão: O uso da membrana de L-PRF como barreira na área doadora parece promissor para diminuir a dor pós-operatória, no entanto, é necessária uma amostra maior para obter dados mais consistentes.

Palavras-chave

Fibrina rica em plaquetas e leucócitos; ferida cirúrgica; percepção da dor; cirurgia plástica
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