Revista de Odontologia da UNESP
https://revodontolunesp.com.br/article/6049193aa953954f822688a4
Revista de Odontologia da UNESP
Congress Abstract

Relação entre dor orofacial da desordem temporomandibular, níveis de ansiedade e desempenho acadêmico de estudantes de odontologia

Caroline Liberato MARCHIOLLI, Aline Satie TAKAMIYA, Marcela Filié HADDAD, Vitor Bonetti VALENTE, Paulo Sérgio Morais SALES, Ana Laura Modesto de Albuquerque DONINE, Daniela Atili BRANDINI, Paulo Renato Junqueira ZUIM

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Resumo

Introdução: A dor orofacial é um dos principais sintomas desordem temporomandibular (DTM) e também tem sido associada a fatores psicológicos como a ansiedade. A dor orofacial, a DTM e a ansiedade podem interferir no desempenho acadêmico de estudantes universitários. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a correlação entre os níveis de ansiedade, presença de DTM, dor orofacial e desempenho acadêmico de estudantes de odontologia da Faculdade de Odontologia de Araçatuba – UNESP. Material e Método: Cento e noventa e cinco alunos de graduação (73 homens e 122 mulheres) com idade entre 19 e 27 anos participaram do estudo. Os alunos responderam o Inventário de traço-estado de ansiedade de Spielberger e Critérios Diagnósticos de Pesquisa para Distúrbios Temporomandibulares (RDC / DTM) para avaliação do estado e traço de ansiedade, da dor orofacial crônica da DTM. O teste de correlação de Spearman foi utilizado para analisar as correlações entre níveis de ansiedade, grau de severidade da dor orofacial e desempenho acadêmico dos estudantes. Resultados: Os resultados mostraram que 37,4% dos alunos apresentaram DTM e 72,6% apresentou intensidade da dor orofacial grau 1 (n=53). A maioria dos estudantes apresentou traço e estado de ansiedade moderados (60% e 51,7%, respectivamente). Houve correlação significativa e positiva entre o traço de ansiedade e grau de dor orofacial (p = 0,047). Não foi observada correlação significativa entre estado de ansiedade e grau de dor orofacial (p=0,137). Nenhuma correlação entre desempenho acadêmico e DTM (p=0,48), dor orofacial crônica (p=0,5) traço e estado de ansiedade (p=0,48 e p=0,16) foi observada. Conclusão: Concluiu-se que entre estudantes de odontologia da Faculdade de Odontologia de Araçatuba UNESP houve correlação positiva entre dor orofacial crônica da DTM e traço de ansiedade. Não houve correlação entre DTM, ansiedade e desempenho acadêmico.

Palavras-chave

Dor orofacial; articulação temporomandibular; ansiedade.
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